sábado, 7 de abril de 2018

Lula a caminho da policia federal

De um lado, líderes de centrais sindicais, parlamentares, prefeitos e governadores petistas. De outro, uma força-tarefa de advogados. No meio, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Reunido desde o final da tarde desta quinta-feira com apoiadores na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, Lula foi pressionado ao longo das horas por correligionários a não se entregar voluntariamente à Polícia Federal nesta sexta-feira, conforme determinou o juiz federal Sergio Moro. Segundo o despacho, o prazo para que ele se apresentasse era às 17h.
De acordo com especialistas em Direito Penal consultados pela BBC Brasil, Lula não pode sofrer qualquer consequência jurídica por não ter se entregado e nem é considerado foragido. Mas, a qualquer momento, o ex-presidente poderia ser preso pelas autoridades.
A BBC Brasil já havia confirmado com o petista Rui Falcão, na manhã desta sexta-feira, que Lula não pretendia ir a Curitiba para se entregar.
Ao mesmo tempo, a defesa do ex-presidente entrou com novo pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) alegando que seria necessário esperar o julgamento de todos os embargos do caso antes de se efetuar uma ordem de prisão. Mais cedo, um habeas corpus com argumento semelhante foi negado no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Bruno Siqueira renuncia a prefeitura de Juiz de Fora

O prefeito de Juiz de Fora renunciou ao cargo nesta manhã. Bruno Siqueira disse que vai disputar vaga no senado. Quem assume é o vice Antônio Almas.

A renúncia do prefeito Bruno Siqueira (MDB) do cargo de chefe do Executivo municipal é questão de horas. Na tarde desta quinta-feira (5), Bruno convocou todo o secretariado e a executiva municipal do MDB para comunicar sua decisão de disputar um novo cargo nas eleições de outubro. O comunicado do afastamento definitivo deve ocorrer nesta sexta-feira (6), pela manhã, na sede do partido, em entrevista coletiva. Em seguida, o prefeito deve assinar a carta de renúncia e despedir de sua equipe em evento, inicialmente agendado, para o Teatro Paschoal Carlos Magno. Às 14h, o vice Antônio Almas (PSDB) será empossado prefeito em solenidade na Câmara Municipal.

O que acontece se Lula não se entregar à PF?

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem até às 17h desta sexta-feira (6) para se entregar à Polícia Federal de Curitiba. Porém, em entrevista à Folha de S. Paulo, o ex-assessor do petista afirmou que ele não pretende ir à Curitiba, cumprir a ordem de prisão. Ainda não se sabe se ele se apresentará a outra unidade da PF.

Mas pelo cargo que ocupava o ex-presidente o mesmo pode se entregar em qualquer unidade da PF em São Paulo, onde terá um avião com agentes para conduzi-lo até Curitiba.
Agora será que o ex-presidente irá se entregar como querem  os advogados ou resistirá como querem os seus aliados.
No momento, o petista está na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo, acompanhado de lideranças do PT (Partido dos Trabalhadores).
O ex-presidente do PT Rui Falcão disse na manhã desta sexta-feira, 6, ao Estadão/Broadcast, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não irá se entregar à Polícia Federal, em Curitiba, como determina a ordem de prisão expedida pelo juiz federal Sérgio Moro no fim do dia de ontem.
Enquanto isso, Lula aguarda o resultado de um novo pedido de habeas corpus feito por sua defesa e que será analisado pelo ministro Felix Fischer, da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A defesa de Lula entrou com o pedido nesta sexta-feira, para evitar a prisão decretada ontem por Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba.
O petista, condenado a 12 anos e um mês de prisão no processo do caso tríplex do Guarujá, tem até as 17 horas de hoje para se apresentar "voluntariamente" à Polícia Federal em Curitiba, base da Operação Lava Jato.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

LULA

Lula tem até as 17h de sexta-feira (6) para se apresentar voluntariamente à sede da Polícia Federal em Curitiba. Ex-presidente foi condenado em duas instâncias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.



URGENTE Moro determina prisão de Lula

Mais detalhes em instantes.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Secretário da Juventude de Temer diz que 'tinha era que matar mais' nos presídios

o secretário nacional de Juventude, Bruno Júlio, deu uma declaração polêmica sobre as chacinas nos presídios de Roraima e Manaus. Bruno Júlio, que é filiado ao PMDB e foi nomeado para a secretaria em junho, afirmou que tinham que ter matado mais presos e que deveria haver uma chacina por semana. Depois, reafirmou a declaração em sua página pessoal no Facebook.



Morrem ao menos 33 detentos em presídio de Roraima, ministro não vê onda de rebeliões

  

Pelo menos 33 presos foram encontrados mortos em uma penitenciária de Roraima na madrugada desta sexta-feira, segundo o governo estadual, dias após um motim em um presídio de Manaus ter deixado 56 mortos como resultado de uma briga entre facções, mas para o ministro da Justiça as situações são distintas e não há risco de uma onda de rebeliões. O ministro Alexandre de Moraes, que conversou com a governadora de Roraima, Suely Campos (PP), descartou que o massacre em Roraima tenha sido motivado por uma vingança da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) pelas 56 mortes em uma penitenciária de Manaus no início da semana.
Questionado, afastou a possibilidade de essa sequência de motins tratar-se de uma onda: “Não há risco disso”.
A informação que me foi passada inicialmente diz que se trata de acerto interno", disse Moraes em entrevista coletiva após apresentação do Plano Nacional de Segurança, no Palácio do Planalto.
A situação não saiu do controle, é uma outra situação difícil”, afirmou o ministro, que deixou a coletiva para embarcar para Roraima, onde deve se reunir com autoridades estaduais de segurança. O ministro também esteve esta semana em Manaus após a rebelião na cidade.
Moraes explicou que o presídio onde ocorreram as 33 mortes em Roraima já não continha facções diferentes, medida motivada por brigas ocorridas no ano passado entre grupos rivais. A maioria dos mortos nesta madrugada, disse o ministro, eram “rivais internos” que teriam “traído” os demais. A facção presente nesse presídio é o Primeiro Comando da Capital (PCC).Em nota, o Planalto informou que o presidente Michel Temer telefonou para a governadora de Roraima, "colocando todos os meios federais à disposição para auxiliar em ações de segurança pública", após as mortes no presídio.